Mudanças no comportamento Pós-Covid: busca por casas

28 de setembro de 2020 Administração de Condomínios, Casas, Condomínios, Condomínios fechados, Dicas, Espaço amplo, família, fique em casa, Home office, Segurança, Síndicos

A procura de casas estava aumentando há algum tempo no mercado imobiliário, mas a mudança na preferência dos consumidores em 2020 foi ainda maior. Com a pandemia do Covid-19, as pessoas foram obrigadas a irem para seus lares e permanecerem nele, durante muitos dias seguidos. O grande problema foi o espaço que parecia bom nos apartamentos, ter se tornado pequeno para tantas atividades do dia a dia. O home office também foi determinante para a busca de locais maiores: para realizar o trabalho em casa diariamente é necessário uma estrutura melhor, que os apartamentos pequenos não possuem.

Além do tamanho, muitos condomínios de apartamentos têm uma grande circulação de moradores, o que se tornou um empecilho para manter o distanciamento social mais efetivo. É normal cruzar com vizinhos e ficar preocupado, sem saber se eles estão tomando os mesmos cuidados com higiene e saúde que você.

Os brasileiros que mais buscam essa transição atualmente, possuem diversas faixas de renda, mas no geral, têm uma condição de vida melhor. E apesar de morarem em apartamentos com grande valor agregado, o investimento nas residências costuma ser maior, exigindo um complemento, mesmo com a venda do imóvel anterior.

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Independente da localização, as casas se tornaram a primeira opção para a maioria das famílias gaúchas, com o perfil que citamos. Porém, devido a necessidade de distanciamento social, a vontade de ter um local mais afastado com contato com a natureza, tornou-se mais atrativo para viver. Muitas pessoas decidiram deixar a vida no centro da cidade para buscar um local mais tranquilo e menos civilizado.

Grande parte dos negócios aconteceram como permuta entre quem buscava um local menor, porque os filhos já haviam saído de casa, e quem tem filhos querendo ter um pátio ou uma área de lazer. Dessa forma, ambas as partes ficaram satisfeitas com as oportunidades. E aqueles imóveis que não eram procurados há muito tempo, também foram vendidos.

A procura não foi necessariamente apenas para compra, também foram fechados muitos contratos de aluguel em locais menos movimentados, principalmente nas serras. Tudo que tinha para ser alugado nessas regiões foi alugado. Quem optou em fazer dessa forma, escolheu passar o período mais afastado sem fazer uma mudança definitiva.

Além disso, os condomínios fechados de construções horizontais, ficaram em evidência entre as opções de imóveis. Eles oferecem maior comodidade e segurança aos moradores. A presença de lojas nesse tipo de condomínio também tornou-se importante, pois evita que as pessoas tenham que realizar grandes deslocamentos para fazer compras de determinados produtos. Porém, as áreas de lazer em comum deixaram de ser prioridade, muitas foram fechadas na pandemia, necessitando de agendamento para utilização, e dependendo da estrutura, não deram conta de atender a todos. Agora, a busca é mesmo por imóveis que já possuam espaço para essas atividades.

Podemos notar uma grande virada de chave para quem compra e para quem vende imóveis. A tendência agora é a venda de casas ou apartamentos maiores, como por exemplo, com terraço ou sacada, para garantir um ambiente maior. As construtoras também terão que se adaptar e fazer apartamentos pensando no novo perfil de consumidor. No momento, há uma grande urgência em fechar contrato devido a pandemia, mas essa pressa deve minimizar quando as coisas normalizarem. Ainda assim, é de se esperar que a procura por casas em cidades ou regiões próximas da capital continue crescendo nos próximos meses.

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Como lidar com a inadimplência de condôminos?

24 de junho de 2020 Administração de Condomínios, Condomínios, Gestão de Condomínios, Gestão de Pessoas, Inadimplência, isolamento social, Quarentena, Síndicos

Gestão de dívidas dos moradores deve ser feita com cuidado

A convivência em sociedade – ou em condomínios – nem sempre é fácil e pode estar envolta de percalços e diferentes realidades. É comum surgir algum morador que esteja com as contas em atraso, o que pode gerar atritos com quem paga em dia, podendo colocar a capacidade de conciliação e cobrança do síndico à prova.

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Condomínio no inverno: a época perfeita para manutenção

Administração de Condomínios, Condomínios, Gestão de Condomínios, Gestão de Pessoas, Meio Ambiente, Segurança, Síndicos

Baixas temperaturas e menor circulação de pessoas permitem manutenções maiores nas áreas comuns

Mal caem as temperaturas, já ficamos em casa, no quentinho da lareira ou do cobertor. Com isso, a circulação de moradores no condomínio reduz significativamente, especialmente se for em cidades praianas, o que facilita a realização de manutenções periódicas, sejam elas preventivas ou corretivas. Separamos algumas dicas que podem auxiliar nesses processos. Confira!

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O primeiro passo é contratar uma administradora competente, para que providencie um diagnóstico de necessidades. No caso da LCD Condomínios, realizamos toda a parte burocrática de orçamentos, indicação de contratação de pessoal e vistorias.

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3 atividades para ajudar você e sua família a passar pela quarentena

Administração de Condomínios, Condomínios, Dicas, família, fique em casa, isolamento social, Quarentena

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Fundo de Reserva para condomínios: como funciona

23 de março de 2020 Administração de Condomínios, Condomínios, Gestão de Condomínios, Gestão de Pessoas, Manutenção Predial, Síndicos

O síndico do condomínio tem, entre outras funções, a responsabilidade de gerenciar os valores referentes à administração do local. Um dos montantes que deve ser organizado é o Fundo de Reserva, quantia importante, arrecadada pelos condôminos e que é geralmente utilizada em casos de gastos extraordinários. Trata-se de uma espécie de “poupança”, utilizada pelo condomínio para honrar despesas que não estavam previstas no orçamento original, ou mesmo para realização de obras e melhorias. A constituição do fundo é altamente recomendada para garantir a saúde financeira do condomínio, seja ele grande ou pequeno.

Veja abaixo algumas informações importantes sobre esta reserva:
Quando usar o Fundo de Reserva do condomínio
Como citado anteriormente, o Fundo de Reserva funciona como um valor de segurança, acionado pelo condomínio quando há algum gasto importante não previsto no orçamento. O valor pode ser aplicado para pagamento de diferentes despesas, entre elas:

Pagamentos emergenciais
O condomínio pode utilizar o valor para arcar com gastos que não eram esperados, como reparos, consertos, desentupimentos etc.
Melhorias
O fundo também pode ser aplicado na realização de obras de melhoria para o condomínio, como reformas, troca de telhado, entre outras.
Aplicações específicas
Existe ainda a possibilidade da criação de fundo para ações específicas, como a realização de uma obra grande ou a compra de equipamentos que representem um custo elevado para os condôminos.
Quem regulamenta o Fundo de Reserva
A Lei Nº 4.591, de 16 de dezembro 1964, que dispõe sobre o condomínio em edificações e as incorporações imobiliárias, prevê o Fundo de Reserva, mas não determina como deve ser feita sua contribuição e manutenção. De acordo com o Artigo 9 da Lei, isso deve estar previsto na Convenção de Condomínio. Se não houver Convenção, as regras devem ser estabelecidas em assembleia específica e com quórum adequado.
Sobre o Fundo de Reserva, o condomínio deve definir:

• O valor do fundo. Normalmente, o valor estipulado é de 5% a 10% do orçamento previsto para despesas ordinárias;
• Como será feito o rateio do valor entre os condôminos;
• Que tipo de despesa pode ser coberta pelo valor do fundo;
• O limite máximo para a arrecadação (normalmente, os condôminos não precisam mais contribuir quando o montante alcança o valor referente a duas arrecadações);
• Quem é autorizado a fazer movimentações no montante.

A verba destinada ao Fundo de Reserva é normalmente apresentada na previsão orçamentária, discutida e aprovada na Assembleia Geral Ordinária dos condomínios, no início de cada ano. Se for necessário realizar qualquer alteração na Convenção, ela deve ser realizada em assembleia, com quórum mínimo de dois terços.

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A utilização do recurso deve passar por assembleia, uma vez que o síndico não pode determinar sozinho o uso do valor, sob o risco de responder judicialmente. Se a aplicação da quantia estiver regulamentada ou for feita em situação de emergência, na qual há risco para a segurança dos condôminos (dispensando a autorização prévia do fundo), é recomendado que, após a utilização do montante, seja convocada uma reunião para prestação de contas.

Quem deve pagar o Fundo de Reserva: o proprietário ou o inquilino

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