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Evite as dores de cabeça – Saiba exatamente o que pode ser alterado na fachada do condomínio!

30 de março de 2021 Administração de Condomínios, Condomínios, Gestão de Condomínios, Gestão de Pessoas, Manutenção Predial, Segurança, Síndico Profissional, Síndicos

A fachada do condomínio é elemento essencial para a boa apresentação do mesmo. Ela é que muitas vezes chama a atenção de novos moradores e, para quem já o considera seu lar, é sempre importante que sua casa esteja em ordem por dentro e por fora. Sendo assim, quais são as regras para possíveis alterações? Descubra todos os detalhes neste texto cheio de informação e afaste de vez essa dor de cabeça!

  • Direto ao ponto: O que é proibido?
    Primeiramente, vamos deixar claro quais itens abrangem a fachada do condomínio, para que você os mantenha em mente durante toda a leitura:
    – Sacadas
    – Telas de proteção
    – Ares-condicionados
    – Grades
    – Antenas parabólicas

Configura-se como uma alteração qualquer artigo que mude o visual externo de todos os lados da edificação, não apenas aquele virado para rua, e por isso as normas sobre tal aparência e organização estão, habitualmente, previstas na convenção do condomínio. Não se trata apenas das cores, mas sim dos modelos e formatos. Por exemplo, as antenas parabólicas já tem um lugar pré-definido para serem instaladas sem atrapalhar a imagem dos prédios, e as telas de proteção e ares-condicionados tem um modelo padrão.

As sacadas e varandas muitas vezes também se tornam uma preocupação já que, para aumentar o espaço interno, proprietários e inquilinos optam por fechá-las com vidro, assim criando mais um “cômodo”. De acordo com o Código Civil, nenhuma mudança é permitida se não estiver prevista na convenção, mas o que muitos condomínios têm adotado é entrarem em acordo durante assembleia mantendo uma norma: definem um modelo de envidraçamento com vidros transparentes, assim, é quase como se a fachada não fosse alterada.

É preciso tomar cuidado até mesmo com o que está disposto dentro da varanda, o que a Convenção do seu condomínio diz sobre instalação de varais, objetos no parapeito, e obras de comodidade para esta parte interna? Se estes tópicos não estão previstos na norma, é melhor que se planeje um complemento na convenção para adicioná-los e assim evitar confusões e possíveis ações judiciais no futuro.

  • Áreas Comuns
    Apesar de as áreas comuns não fazerem parte da fachada do Condomínio, são áreas compartilhadas por todos os moradores e integram a aparência interna dos prédios. Por isso, modificar certas partes não depende da vontade de apenas um Condômino.
    Vamos a uma lista do que se configuram como itens da área comum:
    – Portas de entrada
    – Portas de depósito
    – Pintura do hall de entrada dos apartamentos
    – Portões que façam parte do projeto arquitetônico. Isso ocorre normalmente em edifícios antigos ou tidos como históricos. Em edifícios comuns, normalmente, a troca de portões não constitui alteração.

Em suma, apesar da manutenção ser custeada pelos moradores tais recolocações e trocas devem ser uma escolha coletiva. O objetivo é manter a uniformidade e padronização do ambiente.

  • Como aprovar e permitir mudanças?
    Qualquer alteração está passível a aprovação, desde que discutida em assembleia e/ou aprovada pela convenção. Sendo analisadas dentro de duas possibilidades: a de fazer uma mudança por motivos exclusivamente estéticos ou uma mudança útil para o condomínio.

A recomendação da LCD condomínios é não abrir exceções para as regras, deixá-las à disposição de todos e em caso de infração notificar o morador o mais rápido possível. O seu condomínio está tomando todas essas ações? Podemos administrar todas as minicidades para você!

Se você ainda tem algum detalhe para esclarecer, por favor, entre em contato conosco! A LCD quer estar ao seu lado para te ajudar em todos os momentos. Esse material foi útil no seu dia a dia? Coloque todas as suas dúvidas e sugestões nos comentários e em breve iremos lhe atender!

Vagas de Estacionamento: Entenda o que Pode e o Que não Pode no Condomínio

21 de março de 2021 Administração de Condomínios, Condomínios, Gestão de Condomínios, Gestão de Pessoas, Manutenção Predial, Síndicos

Mesmo sendo um dos principais requisitos para compra e aluguel, a garagem ainda é motivo de muitos conflitos. E apesar de não fazer exatamente parte dos apartamentos, também está sujeita a usos indevidos e discordâncias. Para evitar os transtornos e esclarecer as regras, a LCD separou informações imprescindíveis para manter o espaço funcional e livre de problemas.

Neste quesito, assim como em muitos outros, o Regimento Interno serve como suporte para síndicos e condôminos, por isso, é crucial que todos os detalhes estejam previstos no regulamento. Assim, além de garantir os direitos dos moradores, você também tem onde se apoiar no momento de cobrar o cumprimento das normas. Aqui estão os motivos mais comuns de discussões sobre a divisão da área, e o porquê é importante garantir que estejam no Regimento:

Uso indevido:

O uso indevido da vaga não se configura apenas em estacionar no lugar errado. Mas, também, em utilizá-la para outros objetivos que não guardar o veículo, como por exemplo para armazenar caixas, bicicletas, ferramentas, entre outros… Da mesma maneira, se no local estiver um automóvel maior do que o espaço para estacionar, ou mais de um na mesma demarcação, de forma que atrapalhe a passagem de pedestres ou de outros carros, também é considerado como uso indevido.

Atividades permitidas são aquelas que não ocupam o espaço de terceiros. Como fazer pequenos reparos ou dispor, na sua vaga, caixas que estão descendo do caminhão de mudança. É claro, apenas pelo tempo necessário para levá-las para dentro, não por horas ou dias. Neste caso, é possível usar o mesmo horário permitido para mudança, como o horário permitido para disposição das caixas.

Lei para locação e venda de vagas:

Para saber se a vaga está apta para venda ou aluguel, é necessário saber como ela está registrada no Cartório:

– Vaga autônoma: Quando o local possui matrícula própria no Cartório de Registro de Imóveis e, por isso, pertence ao dono como uma fração do condomínio.

– Vaga vinculada: Não possui matrícula própria mas, da mesma forma, pertence ao condômino. A diferença é que não pode ser desvinculada do apartamento.

– Vaga que faz parte da área comum: É propriedade do condomínio, portanto, o uso depende da convenção interna.

No caso de residenciais onde existem áreas privadas e de uso comum, a venda e aluguel só é permitida quando a vaga é autônoma, e ainda assim, apenas entre condôminos. De acordo com a Lei Federal 12.607, é proibido venda ou aluguel para não moradores.

Visitantes:

Estando de carro, moto ou a pé é crucial que os visitantes sejam identificados na portaria, e recebam permissão para acessar a parte interna. Dessa forma, é possível controlar quem circula e manter a segurança de todos os moradores.

Caso seu condomínio tenha um estacionamento separado para visitantes, fique atento: quem deu a permissão para que o veículo entre, é automaticamente o responsável por todos os atos desta pessoa enquanto estiver ali. Ou seja, se o visitante cometer alguma infração nas dependências, a multa e advertência irão para o apartamento que deu a permissão de entrada.

Responsabilidade sobre furtos e danos:

Na convenção deve constar qual a atitude a se tomar quando um veículo for furtado do estacionamento. Em muitos casos, quem cobre as despesas é o seguro do condomínio, que só podem ser cobradas do mesmo quando existe um funcionário para fazer a segurança, e não apenas câmeras e alarmes.

Quando o dano é causado por outro morador, o síndico representa o mediador da situação, mas nem ele nem a administradora são responsáveis por pagar o prejuízo.

Independente da vaga ser alugada ou utilizada pelo proprietário, as normas de uso e segurança valem para todos. Já que, apesar de poder ter proprietários, o estacionamento é compartilhado e regulado de acordo com o Código Civil. Um método sempre útil para a prevenção e contenção de conflitos é a comunicação. Como qualquer outra regra, o recomendado é que as informações estejam claras para condôminos e funcionários.

Todas estas normas estão previstas no Regimento Interno do seu condomínio? Se não, devem ser discutidas e inclusas a partir das assembleias. Deixe o seu lar preparado para todos os tipos de impasses. A LCD Condomínios está ao seu lado para te ajudar!

Se você ainda tem algum detalhe para esclarecer, tire todas as suas dúvidas aqui nos comentários ou fale conosco pelo telefone! Aproveite para deixar sua sugestão de outros temas também. A LCD quer saber: esse material foi útil para você?

Luzes de Natal – Confira se seu Condomínio instalou com segurança as decorações

21 de dezembro de 2020 Administração de Condomínios, Condomínios, Coronavírus, Covid-19, Dicas, família, fique em casa, Gestão de Condomínios, Luzes de natal, Manutenção Predial, Quarentena

Além de todos os aparelhos ligados dentro dos apartamentos, devido ao home office e ao calor do verão de Porto Alegre, a rede elétrica do condomínio tem mais um serviço em dezembro: suportar as luzes de natal. Mesmo que todas as cores sejam a decoração ideal da época, as lâmpadas e fios mal instalados podem causar estragos e dores de cabeça desnecessárias. Isso não chega a ser um problema para uma rede funcionando em plena capacidade, mas é preciso averiguar se todas medidas de segurança foram seguidas. Do contrário, a sobrecarga da rede pode causar quedas de energia e até mesmo incêndios. Confira os passos essenciais para evitar problemas elétricos nas áreas externas e internas:

Precauções nas Áreas Internas

Para muitas famílias, é impossível falar de Natal e Ano Novo sem os adornos e luzes! Ainda mais estando isolados, e tendo de comemorar de forma tão atípica. Por isso, confira se todos esses tópicos foram seguidos ao organizar a decoração e comemore o fim de ano com tranquilidade:

1) A primeira prevenção importante é garantir que sua árvore de natal não seja fabricada de material inflamável, do contrário, qualquer faísca pode gerar um foco de incêndio. Sempre opte por produtos com selo do INMETRO, que já vem com esse tipo de teste.

2) É preciso inspecionar os adereços e conferir se nenhuma luzinha está quebrada ou rachada, se todos os fios estão devidamente encapados e se todos os materiais funcionam corretamente.

3) Fique atento para não conectar todos os cabos em apenas uma tomada e, por descuido, sobrecarregá-la. Se for necessário conectar tudo na mesma fonte, opte por utilizar filtros de linha ao invés dos “T” ou “benjamim”.

4) Mantenha em mente que crianças são curiosas. Todas as partes elétricas devem ficar bem discretas e escondidas dos olhares atentos dos pequenos.

5) Por último mas não menos importante: não deixar os enfeites ligados 24 horas por dia. A nossa sugestão é que eles sejam acesos quando escurecer e, no momento que todos forem dormir, alguém se responsabilize por desligá-los. Isso evita possíveis acidentes em grande proporção, e economiza energia de todo condomínio.

Precauções nas Áreas Externas

Além de garantir as inspeções elétricas prediais de todo ano, é necessário tomar cuidado com alguns equipamentos que fazem parte das decorações natalinas nas áreas externas.

1) Além de estarem em perfeito estado, os adereços devem ser específicos para uso externo e bem encapadas. As chuvas e ventos fortes são características do verão e com certeza irão atingir as instalações,que precisam estar devidamente preparadas.

2) Caso alguns dos pisca-piscas estejam em cercas e outras partes metálicas, é necessário ficar atento ao isolamento dos fios. Eles devem estar protegidos não só contra água e umidade, mas também a fim de evitar que a corrente elétrica passe pelo material, causando choques a quem encostar na estrutura.

3) Não instalar os enfeites próximo de medidores de energia e postes. A proximidade apresenta risco pois qualquer acidente pode se tornar uma reação em cadeia, que prejudicará a fiação pública assim como a do condomínio.

4) As decorações devem ser desligadas durante o dia. Nesse caso, é indicado que quem ficar responsável pela tarefa, normalmente o zelador ou o síndico, acenda as luzes ao anoitecer e desligue-as de manhã. Os produtos com sensor de movimento ou com timer embutido também são um bom investimento, já que economizam energia.

5) Ao retirar os aparelhos é preciso ter cuidado não só com choques, mas também com o risco de queda. A fiação exposta ao tempo fica mais frágil e pode ter rachaduras no isolamento ou lâmpadas quebradas, por isso, só faça instalações e desinstalações com os disjuntores desligados.

O seu lar seguiu todas as medidas de segurança elétrica nesse fim de ano? Vale lembrar que se ainda estiver com dúvidas ou desconfia de alguma irregularidade, você pode consultar um engenheiro eletricista especializado em elétrica condominial.

É muito bom comemorar com seus vizinhos! E a LCD quer ver todos os nossos condôminos celebrando o novo ciclo de 2021 com total segurança. Esse material foi útil no seu dia a dia? Deixe sugestões de como podemos estar cada vez mais ao seu lado para gerenciar o condomínio.

Lei do silêncio em condomínios

15 de outubro de 2020 Administração de Condomínios, Casas, Condomínios, Condomínios fechados, fique em casa, Gestão de Condomínios, Síndico Profissional, Síndicos

A convivência com vizinhos pode gerar situações que nem sempre serão fáceis de conduzir. Quando as pessoas que vivem próximas têm bom senso e respeito pelos demais, tudo fica mais fácil de resolver. Porém, o problema começa quando o comportamento do outro interfere no seu sossego e bem estar. Estar rodeado de pessoas barulhentas e sem discernimento, é uma das principais causas de conflitos entre moradores de um mesmo condomínio.

Pensando nisso, foram estabelecidas regras e leis que visam preservar os direitos de tranquilidade a todos. Popularmente, a “Lei do Silêncio” é muito disseminada no Brasil, ela é conhecida por determinar que não pode haver barulho que incomode a vizinhança entre 22h e 7h da manhã. É importante ressaltar que a “Lei do Silêncio” não existe, pelo menos não em âmbito nacional, através do código civil.

Na verdade, alguns estados brasileiros sancionaram tal legislação, mas não foram todos que aderiram a essa regra. No código penal e no código civil, existem artigos que objetivam a boa convivência, entretanto, não se trata da chamada “Lei do Silêncio”.

O que ocorre na maioria das vezes é que os condomínios criam regras próprias, contribuindo para um convívio pacífico e democrático. Em relação aos regulamentos internos, eles servem de referência para conduzir as relações, gerando direitos e obrigações para os moradores.

A LCD Condomínios se dedica, exclusivamente, à administração de  condomínios.
Converse conosco e conheça as vantagens de ser um cliente LCD.

Devemos frisar que ao falar sobre perturbação do sossego alheio, não há um horário específico para aplicação das sanções estabelecidas, ou seja, mesmo que o barulho do cotidiano, de festas ou obras sejam no período do dia, ainda assim será possível aplicar penalidades.

Para as pessoas que têm animais de estimação em casa, é bom tomar cuidado! Verifique se seus vizinhos mais próximos também possuem animais, eles costumam ser mais tolerantes aos barulhos que os bichinhos podem vir a fazer, do que pessoas que não têm.

É importante se atentar ao que foi estabelecido como regimento de seu condomínio. A sensatez ao usar áreas comuns, realizar confraternizações e fazer reformas em casa, será essencial para usufruir de um bom relacionamento.

Portanto, para saber se você ou um outro morador estão infringindo as regras, busque orientação com o síndico e através da leitura do regulamento interno. Dessa forma, você evita que seus direitos sejam prejudicados em detrimento do excesso de terceiros. A melhor forma de zelar pela tranquilidade e sossego é conhecer os limites da boa convivência e respeitá-los, e quando necessário, poder reivindicar o respeito aos seus direitos.

Caso ainda não existam regras ou elas não sejam efetivas em seu condomínio, procure uma empresa especializada para ter a melhor administração e gerenciamento dele. Se você costuma ter problemas com vizinhos barulhentos e que não respeitam a boa convivência, a LCD pode te assessorar nas melhores medidas e precauções para manter a organização entre os condôminos. Conte conosco!

 

Mudanças no comportamento Pós-Covid: busca por casas

28 de setembro de 2020 Administração de Condomínios, Casas, Condomínios, Condomínios fechados, Dicas, Espaço amplo, família, fique em casa, Home office, Segurança, Síndicos

A procura de casas estava aumentando há algum tempo no mercado imobiliário, mas a mudança na preferência dos consumidores em 2020 foi ainda maior. Com a pandemia do Covid-19, as pessoas foram obrigadas a irem para seus lares e permanecerem nele, durante muitos dias seguidos. O grande problema foi o espaço que parecia bom nos apartamentos, ter se tornado pequeno para tantas atividades do dia a dia. O home office também foi determinante para a busca de locais maiores: para realizar o trabalho em casa diariamente é necessário uma estrutura melhor, que os apartamentos pequenos não possuem.

Além do tamanho, muitos condomínios de apartamentos têm uma grande circulação de moradores, o que se tornou um empecilho para manter o distanciamento social mais efetivo. É normal cruzar com vizinhos e ficar preocupado, sem saber se eles estão tomando os mesmos cuidados com higiene e saúde que você.

Os brasileiros que mais buscam essa transição atualmente, possuem diversas faixas de renda, mas no geral, têm uma condição de vida melhor. E apesar de morarem em apartamentos com grande valor agregado, o investimento nas residências costuma ser maior, exigindo um complemento, mesmo com a venda do imóvel anterior.

Está satisfeito com a sua administradora? A LCD atende centenas de condomínios em Porto Alegre e região metropolitana, garantindo excelência e agilidade nos serviços.

Independente da localização, as casas se tornaram a primeira opção para a maioria das famílias gaúchas, com o perfil que citamos. Porém, devido a necessidade de distanciamento social, a vontade de ter um local mais afastado com contato com a natureza, tornou-se mais atrativo para viver. Muitas pessoas decidiram deixar a vida no centro da cidade para buscar um local mais tranquilo e menos civilizado.

Grande parte dos negócios aconteceram como permuta entre quem buscava um local menor, porque os filhos já haviam saído de casa, e quem tem filhos querendo ter um pátio ou uma área de lazer. Dessa forma, ambas as partes ficaram satisfeitas com as oportunidades. E aqueles imóveis que não eram procurados há muito tempo, também foram vendidos.

A procura não foi necessariamente apenas para compra, também foram fechados muitos contratos de aluguel em locais menos movimentados, principalmente nas serras. Tudo que tinha para ser alugado nessas regiões foi alugado. Quem optou em fazer dessa forma, escolheu passar o período mais afastado sem fazer uma mudança definitiva.

Além disso, os condomínios fechados de construções horizontais, ficaram em evidência entre as opções de imóveis. Eles oferecem maior comodidade e segurança aos moradores. A presença de lojas nesse tipo de condomínio também tornou-se importante, pois evita que as pessoas tenham que realizar grandes deslocamentos para fazer compras de determinados produtos. Porém, as áreas de lazer em comum deixaram de ser prioridade, muitas foram fechadas na pandemia, necessitando de agendamento para utilização, e dependendo da estrutura, não deram conta de atender a todos. Agora, a busca é mesmo por imóveis que já possuam espaço para essas atividades.

Podemos notar uma grande virada de chave para quem compra e para quem vende imóveis. A tendência agora é a venda de casas ou apartamentos maiores, como por exemplo, com terraço ou sacada, para garantir um ambiente maior. As construtoras também terão que se adaptar e fazer apartamentos pensando no novo perfil de consumidor. No momento, há uma grande urgência em fechar contrato devido a pandemia, mas essa pressa deve minimizar quando as coisas normalizarem. Ainda assim, é de se esperar que a procura por casas em cidades ou regiões próximas da capital continue crescendo nos próximos meses.

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